Usando e abusando do aconchego da matéria-prima. Com nomes e origens que são os mais variados, o objetivo é mais ou menos um só. Confira a seguir quais são as madeiras da vez: porongo, que é usada nas cuias de chimarrão (Ana Luiza Jardim e Tina Pessoa de Queiroz), pequiá (banquetas da Livraria de Bia Lynch e Tiana Meggiolaro), carvalho italiano (mesa de trabalho de Caco Borges), imbuia, peroba (painéis de Carmen Zaccaro e Marise Kessel), cumaru (mobiliário da varanda do Apartamento de Chicô Gouvêa), teka da Amazônia (mesa e decks do Jardim do Salão de Claudio Pedalino, Suzi Barreto e André Krebs), lariti (madeira que recebe um tratamento especial que deixa os veios aparentes) e freijó lavado (estrado do Estúdio de Laura e Cristina Bezamat), timborana (piso semelhante ao taco, na Copa Bar de Duda Porto), jequitibá (piso do Estúdio de Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge), nogueira (chão do Átrio de Jacira Pinheiro), paricá (bancos do Café do Boulevard de Leonardo Pascual), guajuvira e jacarandá (quase todo o piso e dois caixotes do Estúdio de Mauricio Nóbrega), tronco bruto (mesa em lançamento no OH Hotel Boutique de Stella Lutterbach).