»  Sétima edição da Casa Cor Mato Grosso surpreende visitantes

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“Este com certeza é o melhor ano da Casa Cor Mato Grosso”. Assim o engenheiro civil, André Luiz Juliano Ramos, definiu a mostra, após conferir os 34 ambientes dispostos no Edifício Campo D’Ourique, no bairro Santa Rosa, na última sexta-feira (20). Para ele, que já conferiu outras edições, a de 2008 impressiona pela inovação. “Geralmente, os arquitetos criam algo fora da realidade, diferente do que vi hoje. Estou impressionado”. A esposa Thaysa Karla Ramos, que visitou a mostra pela primeira vez, também aprovou. “Achei lindos os papéis de parede, que agora também podem ser aplicados no teto”, disse.

Segundo o organizador da Casa Cor Mato Grosso, Vagner Giglio, a constante presença de pessoas do interior do Estado na sétima edição é um fato inusitado. “Hoje, por exemplo, há muitas pessoas de Tangará da Serra. O evento está correspondendo às nossas expectativas”, comemorou. A arquiteta e organizadora da mostra, Emili Giglio, acredita que o sucesso de público está na proximidade oferecida pelos ambientes. “São espaços que podem ter 100% de aproveitamento”, ressaltou.

O empresário e reitor do Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran) de Tangará da Serra, Ronan Marcelo Freitas, aproveitou o fim de semana em Cuiabá para conhecer a Casa Cor Mato Grosso. “É a revolução da arquitetura, estou encantado”, disse. O reitor acabou de construir sua casa e já pensa no ambiente ideal para ela. “Com certeza montarei uma sala de jogos como essa”, revelou, referindo-se à criação das arquitetas Regina Vargas, Walcira Bulhões e Marciana Wiegert Alonço. Para ele, a mostra apresenta opções para variados gostos e, por isso, “nunca pode morrer”.

Tradição - A combinação de técnicas contemporâneas com elementos antigos presentes nos 34 ambientes da mostra explica o contraste de gerações do público que visita a Casa Cor Mato Grosso. Freqüentadora assídua, dona Olga Cândia, de 78 anos, ficou impressionada pelo avanço das técnicas de construção e decoração. “Há muitas coisas novas este ano, diferentes. Os arquitetos conseguiram entrelaçar o moderno com o antigo, colocando peças de tradição familiar no ambiente”, destacou. “Já dei nota mil para a Emili (Giglio)”, concluiu dona Olga, acompanhada da amiga, dona Antônia Maciel.

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